Animador(a) Sócio-Cultural - Caldas da Rainha
Oferta Nº: 587562721
Sector de Actividade da Entidade: AC SOCIAL PARA PESSOAS IDOSAS,COM ALOJAMENTO Profissão PretendidaProfissão: ANIMADOR SÓCIO CULTURAL (M/F)
Número de Postos: 1Local Trabalho
Freguesia(s): S. GREGÓRIO;Habilitações escolares
Habilitações Mínimas: 9º Ano
Horário TrabalhoHorário: PART TIME - 14.30 AS 18.30 Descanso Semanal: SAB. E DOMINGO
CondiçõesConhecimentos Profissionais: ANIMADOR/A CULTURAL PARA DESENVOLVER ACTIVIDADES COM GRUPOS DE IDOSOS EM LAR
Outros DadosTipo de Contrato Oferecido: A TermoDuração: 3 (meses)Trabalho a Tempo: Parcial Remuneração oferecida: 250 Euro
Outras Regalias: ALIMENTAÇÃO
quarta-feira, 21 de maio de 2008
Ofertas de Emprego
Artigos Importantes
E ainda sobre os Educadores
Pedagogia Social, cidade educadora e «especialistas de mãos vazias»
De «mãos vazias», sem trunfos escondidos na manga, sem receitas miraculosas e sem respostas prontas, mas com dedicação, profissionalismo e sentido ético, os educadores sociais podem dar um contributo decisivo na realização prática do ideal de uma educação para todos, durante toda a vida.(Isabel Baptista. A PÁGINA. Set. 2000)
Quando há quatro anos escrevia um texto intitulado «especialistas de mãos vazias», não adivinhava a força dessas palavras. A expressão não é minha, colhia-a de um texto de Jean Vassileff, e, a avaliar pela opinião de alguns académicos, ao recorrer a ela para designar os técnicos que assumem a pedagogia social como um saber matricial, concretamente os chamados educadores sociais, terei involuntariamente contribuído para o obscurecimento da sua imagem profissional. Porém, parece que os educadores se reconhecem nessa metáfora, de tal forma a têm feito sua. Reproduzida numa multiplicidade de contextos e, tantas vezes, utilizada como «senha» de identificação entre pares, ela continua a servir de pretexto a mensagens vindas por correio electrónico, deste e do outro lado do atlântico. Surpreendentes testemunhos de um espaço profissional que tem valor e sentido, mas ainda pouco conhecido e reconhecido, esses registos precisam saltar as fronteiras de uma «comunidade virtual», alimentada apenas nos circuitos de comunicação do cibermundo. Por isso estamos aqui, de novo, reforçando o apelo à participação num espaço de escrita profissional que possa funcionar como lugar de encontro, partilha, reflexão e debate. Um espaço que, afinal, só poderia ser este mesmo, o que dá pelo nome de «cidade educadora». Adoptando a educação como prioridade estratégica nas suas dinâmicas de desenvolvimento, as cidades educadoras constituem um campo privilegiado para a acção dos técnicos capacitados para o trabalho sócio-educativo – como é o caso destes «especialistas». O seu saber profissional de referência é a pedagogia social, a ciência da educação que tem por objecto de estudo a praxis educativa em contexto social, na pluralidade das suas formas e dimensões. Seja ao nível da educação de adultos; da educação especial; da educação laboral e ocupacional; da educação para o tempo livre; da educação cívica; da educação comunitária; da educação para a saúde; da educação penitenciária; da educação intercultural ou educação ambiental, a função sócio-educativa é equacionada, planificada e reflectida, a partir de um saber teórico abrangente, apoiado no contributo de diferentes ramos disciplinares, como a filosofia, a psicologia, a sociologia ou a antropologia.Uma mais valia em termos de formação que, paradoxalmente, tende a ser geradora de angústia e frustração. Na verdade, chamados a dialogar com uma pluralidade de técnicos e de serviços, os pedagogos sociais acabam por sentir-se vulneráveis quando confrontados com discursos, aparentemente, mais especializados. O que, de certa maneira, explica a procura crescente de formação pós-graduada, mestrados e doutoramentos. Facto revelador, também, do grau de exigência pessoalmente assumido ao nível do desempenho profissional. Nas escolas, nos centros de saúde, nos hospitais, nas prisões, ou nas associações cívicas, no acompanhamento de indivíduos ou em dinâmicas comunitárias, os educadores desenvolvem uma acção importantíssima na mediação entre pessoas, instituições ou projectos. Assumindo-se como profissionais da relação, trabalham na zona de contacto e de sensibilidade intersubjectiva, ajudando a desenhar uma geografia de proximidade humana, feita de «nós» e de laços comunitários. Deste modo, asseguram que os processos educativos mantenham a ligação ao sentido fundador, ou «centralidade subterrânea», como lhe chamou Michel Maffesoli. Está na hora, pois, de dar visibilidade a esse saber fazer, a essa forma, paciente e discreta, de construir a vida em comum, fundando-a num solo antropológico fundamental. O apelo fica feito. Escrevam, enviem notícias, textos sobre o que vivem e sentem, sobre o modo como o vivem e sentem, relatos de experiências, propostas, testemunhos de reflexão. Encontramo-nos aqui, no lugar de sempre
Artigos Importantes
A Página publicou um artigo que gostaria de partilhar com todos os Educadores
A educação social é um contributo indispensável à formação de cidadãos
As nossas escolas estão repletas de tralha. Os políticos atiraram lá para dentro com todos os problemas que não são capazes de resolver noutras instâncias. As várias instituições sociais entraram em crise e é à escola que se pede que as substitua. Se a família não educa, a escola que o faça. Se as igrejas perderam influência, a escola que promova a fé e dê a educação religiosa. Se a sociedade não educa, e não ocupa, a escola que o faça. Agarrados a esta perspectiva, os governos vão pedindo à escola tudo, e pedindo tudo fazem com que ela seja, cada vez mais, uma instituição que não dá nada.Se agora a sociedade é outra então organize-se a nova resposta. Assuma-se com clareza a distinção entre o conhecimento científico e tecnológico e o conhecimento social. Ou seja, a educação científica e tecnológica e a educação social. Estas duas componentes educativas ganham se forem consideradas na sua especificidade. Cada uma precisa dos seus educadores, formadores e estruturas apropriadas. Sem perderem as condições de diálogo e de complemento devem ser, no futuro, encaradas separadamente. Chamemos educação escolar à primeira e educação social à segunda. O futuro sistema educativo é composto pelos dois sub-sistemas, o ensino e educação escolar e a educação social. Em jeito de caricatura, dir-se-ia que um requer laboratório de física, o outro sala de dança.O sistema escolar deve livrar-se de muitas das suas novas incumbências. Os seus esforços devem concentrar-se na aprendizagem da ciência e da tecnologia. O tempo que requer deve destinar-se a essa função. Deve por isso libertar os alunos para que estes possam frequentar, naturalmente, o sistema de educação social. É neste último que os alunos encontrarão um espaço privilegiado de reforço da socialização e de formação da sua consciência cidadã. Não se perca de vista que o cidadão do nosso tempo não passa sem a educação científica e tecnológica — educação escolar — e sem a educação social. Ambas são indispensáveis à formação do cidadão do século XXI.Em nosso entender a educação escolar é não só nacional como universal. Pode ter uma orientação central. Deve organizar-se de modo a permitir a mobilidade dos cidadãos não só no espaço nacional mas também no espaço internacional. Aprender matemática em Portugal não deve ser diferente de a aprender em Espanha ou na Alemanha.A educação social deve ter como impulsionadores os municípios. Ela organiza-se a nível local. É um meio de combater a desertificação social e cultural das nossas comunidades. Destina-se não só aos jovens mas está aberta a toda a população. Relaciona-se com o sistema escolar, com as empresas, com as organizações culturais e com todas as instituições que visem promover a elevação do nível educacional e cultural da população portuguesa. É uma forma de aprender, mas é, também, uma forma de viver.Na educação social estão incluídas áreas de formação como a educação para a saúde, a educação rodoviária, a educação ética e social, a educação para as artes, a educação desportiva, ou seja, todo um conjunto de aprendizagens e actividades consideradas indispensáveis à formação integral de um cidadão mas que, pela sua natureza, não se incluem na aprendizagem técnica e científica do sistema escolar formal.Esta área de educação conta com a participação de agentes educativos próprios, que não professores, nomeadamente especialistas da área do teatro, da música, da saúde, do desporto, sendo encarada como um espaço de fruição cultural e de aprendizagem ao longo da vida, proporcionando não só uma oportunidade de prolongar a aprendizagem de uma determinada área de interesse como também proporcionar um encontro inter-geracional, onde os antigos aprendizes possam ser mais tarde os novos mestres.
Recolha: Ricardo Jorge Costa
Organização do texto: Ricardo Jorge Costa e José Paulo Serralheiro
terça-feira, 20 de maio de 2008
Ofertas de Emprego
IPSS na zona de Évora pretende recrutar com o seguinte perfil:.
Licenciatura em Educação Social ou em outra área relacionada.
Experiência profissional com população portadora de handicap mental (factor preferencial). Carta de condução.
Disponibilidade para residir na Instituição 5 dias por semana.
Espírito de solidariedadeOferecemos:.
salário base acima da tabela (IPSS).
férias suplementares.
alimentação. quarto individual.
gratificaçõesCandidaturas:ipss.rh@gmail.com
Ofertas de Emprego
Precisam-se profissionais de saúde, serviço social, psicologia, etc. com dominio da língua inglesa falada e escrita para trabalhar em Inglaterra,em assistência e cuidados ao domicilio. Boa remuneração e condições de trabalho. Enviar cv em ingles para cv@workdone.eu, incrições para 261318100, 912295130.”
Ofertas de Emprego
Coordenador/a para centro de Estudo
Vamos contratar um docente (preferencialmente com experiência na coordenação em centros de Estudos) para coordenar o novo centro a abrir em Almada, enviar CV resumido para cv@ancastercollege.pt ou info@ittlehampton.pt
quinta-feira, 15 de maio de 2008
Ofertas de Emprego
Oferta Nº: 587560880
Sector de Actividade da Entidade: AC SOC S/ALOJAMENTO,N.E.
Profissão PretendidaProfissão: Outra profissão (M/F)
Número de Postos: 1
Local TrabalhoFreguesia(s): ODIVELAS;~
Habilitações escolares
Habilitações Mínimas: LicenciaturaFormação ProfissionalFormação Profissional Obrigatória: SimFormação Profissional: T
RABALHO SOCIAL E ORIENTAÇÃO
Carta ConduçãoTipo de Carta Condução: Ligeiros
Horário TrabalhoHorário: Horário Flexível (Normalmente, de seg a sex, entre as 9:00 e as 19:00)
CondiçõesConhecimentos Profissionais: CONHECIMENTOS DE GESTÃO FINANCEIRA (PREFERENCIAL) - CONHECIMENTOS DE TRABALHO SOCIAL (PREFERENCIAL) - GESTÃO E COORDENAÇÃO DE PROJECTO EM ÁREA SOCIAL
Outros DadosTipo de Contrato Oferecido: A TermoDuração: 34 (meses)Trabalho a Tempo: CompletoRemuneração oferecida: 1750 Euro
Subsídio de Refeição: 4
quarta-feira, 14 de maio de 2008
Ofertas de Emprego
Código da Oferta: OE200805/0116
Tipo Oferta: Contrato Administrativo de Provimento
Estado: Activa Nível Orgânico: Ministério da Saude Organismo: Hospital Curry Cabral
Função ou Equiparado a Categoria: Estagiario
Áreas Funcionais: Grupo Área FuncionalSaúde (Qualquer)
Remuneração Mínima: 1070.89 EUR Suplemento Mensal: 0.00 EUR Conteúdo
Funcional: As funções a desempenhar consistem na ajuda psicossocial do doente/família; preparação da alta hospitalar e articulação com os serviços da comunidade; incentivar e contribuir para a humanização do Hospital.
Habilitação Literária: Licenciatura
Descrição da Habilitação: Licenciaturas em Serviço Social ou Política Social
Requisitos Profissionais: Local de Trabalho(local de trabalho mesmo do Organismo)
Número de Postos: 1
Quota para Portadores de Deficiências: 0Prazo Duração Contrato (meses): 12
Jornal Oficial e Orgão de Com. Soc.: D.R. 2ª Série nº 92 de 13 de Maio de 2008 - Aviso nº14887/2008Texto Publicado: Aviso – Concurso interno geral de ingresso para a Categoria de Técnico Superior de 2ª Classe – Estagiário, da Carreira Técnica Superior de Serviço Social. 1- Em Cumprimento da alínea h) do artigo 9.º da Constituição, a Administração Pública, enquanto entidade empregadora, promove activamente uma política de igualdade de oportunidades entre homens e mulheres no acesso ao emprego e na progressão profissional, providenciando escrupulosamente no sentido de evitar toda e qualquer forma de discriminação, pelo que por despacho do Conselho de Administração deste Hospital, de 18.04.2008, e nos termos do Decreto-Lei n.º 204/98, de 11 de Julho, torna-se público que se encontra aberto, pelo prazo de 10 dias úteis, a contar da data da publicação do presente aviso no Diário da República, concurso interno geral de ingresso para um lugar de Técnico Superior de 2ª Classe – Estagiário, da Carreira Técnica Superior de Serviço Social, do Quadro de Pessoal deste Hospital, aprovado pela Portaria n.º 717/95, de 5/7.2 - Prazo de validade - o concurso visa o preenchimento do lugar referido esgotando-se com o respectivo provimento.3 - Conteúdo funcional – as funções a desempenhar consistem na ajuda psicossocial do doente/família; preparação da alta hospitalar e articulação com os serviços da comunidade; incentivar e contribuir para a humanização do Hospital.4 – Legislação aplicável:Decretos-Lei n.º 248/85, de 15 de Julho, com as alterações introduzidas pelo, 265/88 de 28 de Julho, 427/89, de 7 de Dezembro, 353-A/89, de 16 de Outubro, 296/91, de 16 de Agosto, 148/64, de 25/05, 442/91, de 15 de Novembro, republicado pelo 6/96, de 31 de Janeiro, 204/98, de 11 de Julho, 144/98, de 23/05, 404-A/98, de 18 de Dezembro, com as alterações introduzidas pela Lei n.º 44/99, de 11 de Abril, e Decreto-Lei n.º 141/2001, de 24 de Abril.5 - Local de trabalho - no Hospital de Curry Cabral, Rua da Beneficência n.º 8, 1069-166 Lisboa.6 – Remuneração - constante do mapa anexo ao Decreto-Lei n.º 404-A/98, de 18/12, alterado pela Lei n.º 44/99, de 11/06.7 - Requisitos de admissão:7.1 - Requisitos gerais - os constantes do nº 2 art.º 29º do Decreto - Lei n.º 204/98, de 11.07.7.2 - Requisitos especiais – Licenciaturas em Serviço Social ou Política Social.8 - Métodos de selecção – nos termos do art.º 19º do Decreto-Lei nº 204/98, de 11 de Julho, os métodos de selecção, a utilizar são os seguintes:a) Prova de conhecimentos gerais;b) Prova de conhecimentos específicos;c) Avaliação Curricular;d) Entrevista profissional de selecção.8.1 – Em todos os métodos de selecção será usada uma escala de 0 a 20 valores8.2 – Os métodos de selecção previstos nas alíneas de a) a c), têm carácter eliminatório isoladamente, ou seja, são excluídos os candidatos que obtenham nota inferior a 9,5 valores. 8.3 - As provas de conhecimentos gerais e específicos são escritas, têm a duração máxima de uma hora e abordarão os seguintes temas:a) Gerais:a) Orgânica do Ministério da Saúde – Decreto-Lei nº 212/2006, de 27/10;b) Lei de Bases da Saúde – Lei nº 48/90, de 24/08, alterada pela Lei nº 27/2002, de 08/11;c) Regulamentação e estruturação da carreira correspondente ao lugar posto a concurso – Decretos-Lei nº 296/91, de 16/08; 148/94, de 25/05; 144/98, de 23/05;d) Carta Deontológica da Administração Pública – art.º 4º do Decreto-Lei 184/89, de 02/06.b) Específicos:a) Funções do Serviço Social da área da Saúde;b) Importância do trabalho em equipa multidisciplinar;c) Conhecimento e domínio dos princípios e práticas da Rede Nacional de Cuidados Continuado Integrados.8.4 - A Classificação das provas de conhecimentos, resultará da aplicação da seguinte fórmula:PC= PCG+PCE2Em que:PC= Prova de conhecimentos;PCG= Prova de conhecimentos gerais;PCE= Prova de conhecimentos específicos;8.5 - De acordo com o art.º 22º do Decreto-Lei 204/98, de 11/07, na avaliação curricular serão considerados os seguintes factores de apreciação:a) Habilitação académica de base;b) Formação profissional;c) Experiência profissional.8.6 - A Classificação da avaliação curricular resultará da aplicação da seguinte fórmula:AC= HAB+(3xEP)+FP5Em que:AC= Avaliação curricular;HAB= Habilitação académica de base;FP= Formação profissional;EP= Experiência profissional.8.7 - Na avaliação curricular serão usadas as seguintes valorações:a) Habilitação académica de base:Licenciatura ou equivalente – 15 valoresPós- graduação – 20 valores.b) Experiência em contexto hospitalar:- Sem experiência – 10 valores;- Por cada ano de experiência mais um valorc) Formação profissional:Serão consideradas só as acções de formação, estudos e projectos, relacionadas com a área funcional do lugar a prover:- Até 5 acções – 10 valores;- de 6 a 10 acções – 12 valores;- mais de 10 acções – 14 valores;- colaboração em estudos e projectos – 16 valores;8.8 - A classificação final resultará de seguinte fórmula:CF= PC+AC+EPS3Em que:CF= Classificação final;PC= Prova de conhecimentos;AC= Avaliação curricular;EPS= Entrevista Profissional de selecção.9 - Formalização das candidaturas:9.1 - As candidaturas deverão ser formalizadas mediante requerimento dirigido ao Conselho de Administração deste Hospital, o qual deverá ser entregue na Secção de Nomeações e Cadastro, sito na Rua da Beneficência, n.º 8, 1069-166 Lisboa, dentro das horas normais de expediente, até ao último dia do prazo fixado neste aviso, podendo, também ser enviado pelo correio, sob registo e com aviso de recepção, considerando-se dentro do prazo as candidaturas cujos avisos de recepção tenham sido expedidos até ao prazo estabelecido.9.2 - Dos requerimentos deverão constar:a) Identificação completa do candidato (nome, naturalidade, nacionalidade, data de nascimento, número e data do bilhete de identidade e serviço de identificação que o emitiu, residência, código postal e número de telefone);b) Habilitações literárias;c) Identificação do concurso, especificando o número, a data e a página do D.R. onde se encontra publicado o aviso de abertura do mesmo;d) Quaisquer outros elementos que o candidato entenda dever especificar para melhor apreciação do seu mérito;e) Identificação dos documentos que acompanham o requerimento.10 - O requerimento deverá ser acompanhado dos seguintes documentos:a) Documentos comprovativos dos requisitos gerais ou certidão dos mesmos.b) Documentos comprovativos das habilitações literárias;c) Declaração passada pelo serviço de origem, da qual conste a natureza do vínculo à função pública, categoria do candidato e tempo de serviço na categoria, na carreira e na função pública;d) Declaração comprovativa de experiência hospitalar;e) Acções de Formação relacionadas com a área funcional;f) Três exemplares do Curriculum Vitae, devidamente datados e assinados.11 - A apresentação dos documentos referidos alínea a) do n.º 10 é temporariamente dispensável, desde que o candidato declare no requerimento, sob compromisso de honra, a situação precisa em que se encontra relativamente a cada um dos requisitos gerais.12 – O Júri pode exigir a qualquer dos candidatos, em caso de dúvida sobre a situação descrita pelos mesmos, a apresentação de documentos comprovativos das suas declarações.13 - As falsas declarações prestadas serão punidas nos termos da lei.14 - Foi dado cumprimento ao estabelecido no art.º 41º da Lei nº 53/06, de 7/12, tendo-se verificado a inexistência de pessoal em situação de mobilidade especial, através da consulta à BEP.15 - Composição do júri:Presidente:Dr.ª Ana Cristina Lopes Tristão, Técnica Superior de 1ª classe do Serviço Social, do Hospital de Curry CabralVogais Efectivos:Dr.ª Laura Maria Cruz Dias, Técnica Superior de 1ª classe do Serviço Social, do Hospital de Curry CabralDr.ª Maria da Luz Santos Vieira Ramires, Técnica Superior de 2ª classe, do Serviço Social Hospital de Curry CabralVogais Suplentes:Dr.ª Paula Cristina Nobre Soares Silva, Técnica Superior de 2ª classe, do Serviço Social Hospital de Curry CabralDr.ª Kátia Maria Saldanha Aguiar, Técnica Superior de 2ª classe ,do Serviço Social Hospital de Curry Cabral16 – A Presidente será substituída pelo 1.º Vogal Efectiva, nas suas faltas e impedimentos.Lisboa, 9 de Maio de 2008Ana Maria Correia LopesA Chefe de Divisão de Gestão de Recursos HumanosApresentação de CandidaturasLocal: Rua da Beneficência, n.º 8, 1069-166 LisboaContacto: 217924213Observações Gerais: Data de Publicação: 2008-05-13Data Limite: 2008-05-28
Ofertas de Emprego
A empresa de emprego temporário RHmais, está a recrutar profissionais das várias áreas para um projecto em parceria com a segurança social de todos os distritos. Este projecto consiste em insirir os processos sociais das CPCJ no sistema informático. O tempo de duração é pouco (já que é uma empresa de emprego temporário), à volta de um mês ou mais. O serviço pretado é a recibos verdes. Assim, quem estiver interessado envie o curriculo para rhmais@rhmais.pt ou então para a morada: Praça de Alvalade, 6 - 12º 1700-036 LISBOA.
Projectos e Planos importantes para os Educadores
Programa de Alargamento da Rede de Equipamentos Sociais
2006-03-11
Resultados da segunda fase do Programa de Alargamento da Rede de Equipamentos Sociais, creches - apresentado pelo Primeiro-Ministro e Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social em 7 de Setembro de 2007(Ficheiro em PDF com 11 páginas, 948 KB. Necessita de ter instalado o programa Acrobat Reader. Em caso de dúvidas consulte a secção de Ajuda)
Apresentação dos resultados da primeira fase de candidaturas ao PARES, em 9 de Dezembro de 2006
Alargamento da Rede Nacional de Equipamentos Sociais
O Governo apresenta hoje um Programa de Alargamento da Rede de Equipamentos Sociais (PARES), seguindo a sua prioridade no reforço da protecção social no combate à pobreza e na protecção da família.
O investimento em equipamentos sociais representa uma dimensão estratégica do desenvolvimento de Portugal. Trata-se de investir e apoiar os equipamentos mais necessários, nas regiões e valências onde foram diagnosticadas necessidades mais prementes.
Cobertura total actual em Território Nacional
Creches e Amas
23,5%
Centros de Actividades Ocupacionais
16,5%
Lares de Idosos
8,2%
O Programa de Alargamento da Rede de Equipamentos Sociais (PARES) aposta e assenta numa estratégia de parceria (com as IPSS), e de incentivo ao investimento privado.
Objectivos:
Apoiar os jovens casais e as suas crianças, aumentando em 50% o número de lugares em creches, compromisso fundamental da política de família do XVII Governo Constitucional;
A permanência de idosos em suas casas, com maior autonomia e mais qualidade de vida (cada vez mais a resposta ideal para idosos), justifica a importância e dimensão desta área de investimento, aumentando o número de lugares em Centros de Dia e reforçando significativamente os Serviços de Apoio Domiciliário;
Melhorar a resposta no envelhecimento e na situação de dependência dos idosos, através do aumento do número de lugares em Lares;
Incrementar os níveis de integração, aumentando a rede de respostas residenciais e de centros de actividades ocupacionais para pessoas com deficiência;
Criar de mais de 15 000 postos de trabalho para os mais variados profissionais.
O PARES representa:
Uma forte aposta do Estado no investimento em equipamentos sociais, utilizando como recurso as verbas provenientes dos Jogos Sociais, cujos mecanismos de distribuição foram recentemente estabilizados;
Um incentivo ao investimento privado das Instituições de Solidariedade num quadro de estabilidade (4 anos), de financiamento disponível e de um conjunto estruturado de parâmetros na aplicação das verbas em causa;
Um incentivo inovador ao investimento do sector privado lucrativo, através de um processo autónomo de apoio ao investimento;
Um projecto fundamentado num conjunto de critérios que obrigam a uma avaliação rigorosa, clara e transparente das candidaturas apresentadas, num quadro, novo, de estabilidade;
O planeamento territorial, por via da selecção prioritária de projectos inseridos em áreas geográficas com uma taxa de cobertura mais baixa. Este critério permitirá incentivar os parceiros do Estado a investir preferencialmente em equipamentos/valências escassos em determinadas zonas do País.
Metas 2006-2009
Respostas
Metas
Creches
+ 50%
Centros de Actividades Ocupacionais (CAO)
+ 10%
Lares Residenciais
+ 17,5%
Serviços de Apoio Domiciliário a Pessoas com Deficiência
+ 30%
Centros de Dia
+ 10%
Lares de Idosos
+ 10%
Serviços de Apoio Domiciliário a Idosos
+ 10%
Rede não lucrativa39.500 novos lugares com a seguinte distribuição
Áreas
Rede SolidáriaNº de lugares a criar
Infância e Juventude
25 400
Pessoas com Deficiência
1 180
Idosos
12 920
Serão elegíveis:
Obras de construção de raiz, ampliação e remodelação;
Aquisição de imóvel ou fracção;
Equipamento móvel.
Avaliação (critérios):
Cobertura;
Capacidade - número de lugares a criar;
Inserção - Vulnerabilidade do território à exclusão social;
Prioridade - Elegibilidade das respostas;
Custo - Comparticipação do estado, no âmbito do PARES.
Rede privada6 200 novos lugares com a seguinte distribuição
Áreas
Rede privadaNº de lugares a criar
Infância e Juventude
5 750
Idosos
450
Serão elegíveis:
Obras de construção de raiz, ampliação e remodelação;
Aquisição de imóvel ou fracção.
quinta-feira, 8 de maio de 2008
Oferta de Empregos
No âmbito do Plano Dom, abriu a 2ª fase do projecto em Lares Infância e Juventude a nível nacional.
Tem estiver interessado (a) deve enviar curriculum vitae para o Instituto Segurança Social de um ou vários Distritos/Concelhos.
Na 1ª fase do projecto entraram muitos Educadores Sociais, não sei como será nesta fase mas não custa nada tentar.
Boa sorte
terça-feira, 29 de abril de 2008
Projectos e Planos importantes para os Educadores
Programa Escolhas foi criado pela Resolução do Conselho de Ministros nº4/2001, de 9 de Janeiro.
Numa primeira fase de implementação, que decorreu entre Janeiro 2001 e Dezembro de 2003, tratava-se de um Programa para a Prevenção da Criminalidade e Inserção de Jovens dos bairros mais problemáticos dos Distritos de Lisboa, Porto e Setúbal. Implementou durante este período 50 projectos, e abrangeu 6.712 destinatários.
Os seus objectivos foram:
• Prevenção da criminalidade e inserção dos jovens dos bairros mais vulneráveis dos distritos de Lisboa, Porto e Setúbal;
• A formação pessoal e social, escolar e profissional e parental dos jovens
• Dinamizar parcerias de serviços públicos e das comunidades dos bairros seleccionados
• Contribuir para a articulação da actuação de todas as entidades e todas as acções que trabalhem na inserção dos jovens
• Articular a sua acção com as comissões de protecção de menores e outras parcerias existentes no local
Terminado este período, partindo da aprendizagem obtida e respondendo a novos desafios, nasce, na sequência da Resolução do Conselho de Ministros nº 60/2004, o Escolhas – 2ª Geração (E2G). De âmbito nacional, o EG2 decorreu entre Maio de 2004 e Setembro de 2006, tendo financiado e acompanhado 87 projectos, enquadrados nas Zonas Norte (33), Centro (29) e Sul e Ilhas (25).
O público-alvo prioritário do E2G foram crianças e jovens entre os 6 e os 18 anos oriundos de contextos sócio-económicos desfavorecidos e problemáticos. O Programa abrangeu ainda jovens com idades compreendidas entre os 19 e os 24 anos, famílias e outros elementos da comunidade, como professores, auxiliares educativos, etc. Em termos de intervenção, e a partir da experiência adquirida na primeira fase, foram introduzidas alterações em três eixos essenciais:
1 - Transformação de um Programa de prevenção da criminalidade num Programa de promoção da inclusão. A nova fase do Escolhas visou a promoção da inclusão social de crianças e jovens provindos de contextos socio-económicos desfavorecidos e problemáticos, numa lógica de solidariedade e de justiça social.
2 - De um Programa com uma lógica central para um Programa assente em projectos localmente planeados. O Escolhas reconduziu a sua acção a um modelo de confiança nas instituições locais (Escolas, Centros de Formação, Associações, IPSS) a quem se desafiou para a concepção, implementação e avaliação de projectos.
3 - De entre as crianças e jovens vulneráveis, com necessidade de maior investimento no sentido da sua inserção social, encontram-se as crianças e os jovens descendentes de imigrantes e minorias étnicas. Estes tornaram-se uma das prioridades do Escolhas.
Através de consórcios que envolveram 412 instituições, e 394 técnicos, O EG2 abrangeu cerca de 43.199 destinatários, residentes em 54 concelhos.
A Resolução do Conselho de Ministros nº 80 de 2006 procede à renovação do Programa Escolhas terceira fase, reforçando-o através de um aumento do investimento direccionado e do número de projectos a apoiar.
O Programa Escolhas foi renovado para o período de 2007 a 2009, com o objectivo de promover a inclusão social de crianças e jovens provenientes de contextos sócio-económicos mais vulneráveis, tendo em consideração o maior risco de exclusão social, nomeadamente dos descendentes de imigrantes e minorias étnicas, procurando a igualdade de oportunidades e o reforço da coesão social.
Decorrem nesta terceira fase 121 novos projectos, em 71 concelhos do território nacional. Cada projecto é constituído por uma instituição promotora e diversos parceiros (Escolas, Centros de Formação, Associações, IPSS, entre outras), que em conjunto formam um consórcio. Através deste modelo o Programa Escolhas reúne cerca de 770 instituições. Cada consórcio concebe e implementa actividades em 4 domínios:
Ao abrigo do Programa desenvolvem-se 4 grandes eixos de acção, complementares:
Medida I - Inclusão Escolar e Educação Não Formal
a) Actividades de combate ao abandono escolar e de promoção do sucesso escolar;
b) Medidas de educação que facilitem a reintegração escolar de crianças e jovens que tenham abandonado a escola ou dela estejam ausentes, a partir dos 12 anos dinamizadas dentro ou fora do espaço escolar;
c) Acções de educação não formal que favoreçam a aquisição de competências pessoais e sociais, promovendo o sucesso educativo;
d) Co-responsabilização das famílias no processo de desenvolvimento pessoal e social das crianças e jovens, através da mediação familiar e formação parental.
Medida II - Formação Profissional e Empregabilidade
a) Actividades que favoreçam o acesso à formação profissional e ou emprego;
b) Capacitação dos destinatários com competências e saberes que constituam vantagens competitivas para a sua integração social e profissional;
c) Promoção da responsabilidade social de empresas e outras entidades, mobilizando oportunidades para a inserção na vida activa (estágios profissionais, promoção do primeiro emprego, etc.).
Medida III - Participação Cívica e Comunitária
a) Desenvolvimento de espaços criativos e inovadores, que permitam dinamizar actividades ocupacionais facilitadoras da integração comunitária e do desenvolvimento de competências pessoais e sociais;
b) Promoção da participação social, através das dinâmicas associativas (formais e informais);
c) Desenvolvimento de um espírito de cidadania activa no sentido de valorizar a presença das crianças e jovens na sociedade;
d) Descoberta, de uma forma lúdica, da língua, valores, tradições, cultura e história de Portugal e dos países de origem das comunidades imigrantes;
e) Aproximação às instituições do Estado;
f) Co-responsabilização dos familiares no processo de desenvolvimento pessoal, social, escolar e profissional;
g) Iniciativas de serviço à comunidade;
h) Promoção de espaços de informação e aconselhamento especialmente destinados à divulgação de informação e serviços de Estado dirigidos aos jovens;
i) Promoção da mobilidade juvenil dentro e fora do território nacional.
Medida IV - Inclusão Digital.
a) Actividades Lúdico Pedagógicas;
b) Actividades específicas de âmbito formativo em Tecnologias da Informação e da Comunicação;
c) Actividades de apoio à inclusão escolar.
Até ao final de 2007, primeiro ano da 3ª fase, o Programa Escolhas abrangeu cerca de 47.300 destinatários.
CONSULTE:
www.programaescolhas.pt
Projectos e Planos importantes para os Educadores
Abertura de Candidaturas ao PROGRAMA OPERACIONAL POTENCIAL HUMANO(POPH) - QREN
Abertura de candidaturas: a partir de 15 de Fevereiro
O Programa Operacional Potencial Humano (POPH) é o programa que concretiza a agenda temática para o potencial humano inscrita no Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), documento programático que enquadra a aplicação da política comunitária de coesão económica e social em Portugal no período 2007-2013.
Com uma dotação global aproximada de 8,8 mil milhões de Euros, dos quais 6,1 mil milhões de comparticipação do Fundo Social Europeu, o POPH visa estimular o potencial de crescimento sustentado da economia portuguesa, no quadro das seguintes prioridades:
Superar o défice estrutural de qualificações da população portuguesa, consagrando o nível secundário como referencial mínimo de qualificação, para todos;
Promover o conhecimento científico, a inovação e a modernização do tecido produtivo, alinhados com a prioridade de transformação do modelo produtivo português assente no reforço das actividades de maior valor acrescentado;
Estimular a criação e a qualidade do emprego, destacando a promoção do empreendedorismo e os mecanismos de apoio à transição para a vida activa;
Promover a igualdade de oportunidades, através do desenvolvimento de estratégias integradas e de base territorial para a inserção social de pessoas vulneráveis a trajectórias de exclusão social. Esta prioridade integra a igualdade de género como factor de coesão social.
A actividade do POPH estrutura-se em torno de dez eixos prioritários (ver informação detalhada em: http://www.poph.qren.pt):
Eixo Prioritário 1 - Qualificação Inicial
Eixo Prioritário 2 - Adaptabilidade e Aprendizagem ao Longo da Vida
Eixo Prioritário 3 - Gestão e Aperfeiçoamento Profissional
Eixo Prioritário 4 - Formação Avançada
Eixo Prioritário 5 - Apoio ao Empreendedorismo e à Transição para a Vida Activa
Eixo Prioritário 6 - Cidadania, Inclusão e Desenvolvimento Social
Eixo Prioritário 7 - Igualdade de Género
Eixo Prioritário 8 - Algarve
Eixo Prioritário 9 - Lisboa
Eixo Prioritário 10 - Assistência Técnica
AVISO DE ABERTURA DE CANDIDATURAS
PROGRAMA OPERACIONAL TEMÁTICO POTENCIAL HUMANO 2007 - 2013
Para mais informações:
http://www.poph.qren.pt
Projectos e Planos importantes para os Educadores
Consciente da importância de os jovens adoptarem uma postura dinâmica e empreendedora face ao mercado de trabalho e da necessidade de criação do auto-emprego, surgiu um programa de apoio denominado “ NINHOS DE EMPRESAS”.
Caros colegas,
Consultem em http://www.fjuventude.pt/
Os “ NINHOS DE EMPRESAS” são espaços físicos dotados de infraestruturas de apoio técnico e material onde os jovens podem exercer actividades empresariais, na área dos serviços. Criarem e desenvolver a sua própria empresa. Este programa tem como principais objectivos estimular a capacidade criativa e empreendedora dos jovens.
O Programa destina-se a jovens entre os 18 e os 35 anos, recém-licenciados ou com formação profissional especializada, que queiram individualmente, ou em grupo (até o máximo de quatro elementos), constituir a sua própria empresa.
http://www.fjuventude.pt/
segunda-feira, 28 de abril de 2008
Ofertas de emprego
Educador Social - Sintra
« em: Hoje às 11:36:52 »
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Oferta Nº: 587557270
Sector de Actividade da Entidade: AC SOC S/ALOJAMENTO,N.E.
Profissão Pretendida
Profissão: EDUCADOR SOCIAL (M/F)
Número de Postos: 1
Local Trabalho
Freguesia(s): MIRA-SINTRA;
Habilitações escolares
Habilitações Mínimas: 12º Ano
Carta Condução
Tipo de Carta Condução: Ligeiros
Horário Trabalho
Horário: 09H-18H
Descanso Semanal: SAB / DOM
Condições
Conhecimentos Profissionais: EDUCADOR/A SOCIAL, PREFERENCIALMENTE COM EXPERIÊNCIA DIRECTA DE VÁRIOS ANOS COM PÚBLICO ADULTO, PARA PRESTAR AJUDA TÉCNICA COM CARÁCTER EDUCATIVO E SOCIAL; REALIZAÇÃO E APOIO A ACTIVIDADES DE CARÁCTER RECREATIVO, INFORMATIVO E FORMATIVO; CONTACTO COM ENTIDADES E INSTITUIÇÕES; PARTICIPAÇÃO EM REUNIÕES DE COORDENAÇÃO COM OUTRAS ENTIDADES; CONTRIBUIÇÃO NO TRABALHO DE "OBSERVATÓRIO SOCIAL" NA ANÁLISE DA SITUAÇÃO SÓCIO-PROFISSIONAL E CULTURAL DA POPULAÇÃO; PARTICIPAÇÃO EM ACTIVIDADES DE COORDENAÇÃO E DE FORMAÇÃO DA EQUIPA TÉCNICA.
Outros Dados
Tipo de Contrato Oferecido: A Termo
Duração: 12 (meses)
Trabalho a Tempo: Completo
Remuneração oferecida: 766 Euro
Subsídio de Refeição: 72
quarta-feira, 23 de abril de 2008
Educação Socioprofissional
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Assim, nos mais diversificados contextos de intervenção, deste profissional, queremos particularizar a atenção para, a acção privilegiada que o Educador Socioprofissional pode ter, junto de todos aqueles indivíduos que são excluídos pela nossa sociedade.
O Educador Socioprofissional pode ser uma mais valia, para as crianças/ jovens e idosos institucionalizados, para a população desempregada com baixa escolariedade e em risco de exclusão social e também pode ser uma mais valia para toda a sociedade fragilizada e pouco interventiva.
Porque o objectivo principal do Educador Socioprofissional é de formar cidadãos conscientes, responsáveis, dinamicos e com autonomia para a realização de projectos pessoais, sociais e profissionais de forma a criar uma sociedade melhor.
O Educador Socioprofissional, é um grande contributo para a valorização do Ser, do Ter, do Estar, do Fazer, do Saber e do Criar.
Um projecto é, assim, sempre portador de referencias ao presente, não sendo nunca estranho às suas condicionantes sociais, culturais, históricas e económicas. Mas apesar disso (ou por causa disso), o projecto é para o homem a expressão da consciência de um prolongamento espácio-temporal que ele toca, mas também um potencial inesgotável de esperança. Pelo projecto, tentamos de alguma maneira antecipar o futuro, colocá-lo na reflexão do (e sobre) o presente, para apreciar as consequências prováveis – por acordo ou oposição – dos momentos já vividos ou que vivemos ainda, para esboçar os tópicos de um devir que nunca controlamos totalmente. O projecto representa e projecta efectivamente a ansiedade do Homem diante de desenrolar de um tempo e o alargamento de um espaço que não lhe pertencem inteiramente, mas que nem por isso deixam de o afectar. Decorre daqui a sua vontade de intervenção.
Justificado pelas exigências do presente, o projecto constitui a expressão efectiva da capacidade humana de transcendência, corporizando a crença na possibilidade de mudança, tanto ao nível da alteração do vivido como da intervenção de dias inteiramente novos, desenhados na esfera do sonho onde a finitude do humano realiza a sua vocação para a imortalidade e para o infinito.
terça-feira, 22 de abril de 2008
Projectos e Planos importantes para os Educadores
segunda-feira, 21 de abril de 2008
Ofertas de emprego
Ofertas de Emprego
Solicitamos candidaturas de formadores para cursos EFA´s.
Cursos a ministrar em:
- Coimbra;
- Leiria;
- Castelo Branco;
- Aveiro;- Águeda;
- Viseu;
- Seia;~
- Guarda;
- Castelo Branco;
- Faro;- Porto;
- Vila Nova de Gaia;
Candidaturas exclusivas pelo e-mail: dfp@conclusao.com
Ofertas de Emprego
Ofertas de emprego
Empresa com várias valências (Tempos Livres, Piscina, Ginásio, Cafetaria) necessita de Monitres para Campos de Férias para trabalhar mese de Julho e AgostoExige-se pessoas (que gostem de crianças. e de Desporto......), que saibam nadar, com elevado sentido de responsabilidade, grande capacidade de comunicação, dinâmicas, polivalentes, autónomas, desinibidas e acima de tudo que gostem e saibam trabalhar em equipa.Preferência por não fumadores, por estudantes ou licenciados dos cursos de Educação Social, Amimação Social, Educação Fisíca e Dança.Responder enviando curriculum para clubemiraflores@gmail.com ao cuidado de Paulo Mota ou Tatiana Torrinhas.
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IPSS de Mira Sintra, está á procura de um estagiário (do centro de emprego), sem experiencia profissional comprovada na área para estágio. Apenas se aceitam curriculos de psicopedagogos e animadores culturais ou sociais. Aceitam-se candidaturas para quem não tem formação completa. Apenas curriculos para novosdesafios.pe@gmail.com
Ofertas de emprego
Empresa com várias valências (Tempos Livres, Piscina, Ginásio, Cafetaria) necessita de Monitres para Campos de Férias para trabalhar mese de Julho e AgostoExige-se pessoas (que gostem de crianças. e de Desporto......), que saibam nadar, com elevado sentido de responsabilidade, grande capacidade de comunicação, dinâmicas, polivalentes, autónomas, desinibidas e acima de tudo que gostem e saibam trabalhar em equipa.Preferência por não fumadores, por estudantes ou licenciados dos cursos de Educação Social, Amimação Social, Educação Fisíca e Dança.Responder enviando curriculum para clubemiraflores@gmail.com ao cuidado de Paulo Mota ou Tatiana Torrinhas.